Poupança ou Tesouro Direto? Vale a pena parar para Analisar!


  1. INTRODUÇÃO

Antes de iniciarmos a discussão comparativa entre a Caderneta de Poupança e os Títulos Públicos ofertados pelo Tesouro Direto, faz-se pertinente entender a base conceitual de investimentos. Desta forma, entendesse como INVESTIMENTO toda aplicação financeira que “resguarda” o valor principal, ou seja, o valor investido e que oferece em contrapartida um ganho real, aumentando o poder de compra do investidor.

Com a conjuntura econômica atual em que o Brasil apresenta, onde o nível de inflação, recentemente extrapolou o teto estipulado pelo Governo, apresentando patamares elevados; os investimentos tradicionais como a caderneta de poupança deixou de apresentar características de investimento para os poupadores, uma vez que seus ganhos reais são negativos.

Entende-se por ganho real, o valor efetivamente recebido e embolsado pelo investidor (ganho líquido), ou seja, os juros advindos de seus investimentos descontados de todos os custos envolvidos na operação e, descontando também, a inflação acumulada do período. Desta forma, o presente artigo apresentará uma análise comparativa entre a caderneta de poupança com um olhar clínico frente às concepções culturais que dificultam, no presente momento do país, o desenvolvimento das finanças pessoais daqueles “investidores” relutantes em deixar seus recursos financeiros na poupança.

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