O fantástico mundo colorido dos investimentos em lucro líquido.


Olá, Marcos Pinheiro por aqui.

Neste post quero compartilhar com você, um conselho que recebi quando estava começando a trilhar pelo mundo dos investimentos em ativos mobiliários listados em Bolsa de Valores. Confesso que o início de minha experiência foi tenebrosa, não pela bolsa propriamente, mas sim pelo meu atrevimento em lançar-me por águas desconhecidas.

Desta forma, por meio de meus posts, quero deixar público as minhas experiências, meus conflitos, meus pensamentos sobre o mercado financeiro, mais precisamente no que tange aos investimentos em ações de empresas listadas na Bolsa de Valores brasileira. Por meio destes registros, quero contribuir, no intuito de facilitar sua caminhada, levando-o a refletir sobre o assunto e assim apresentar as ferramentas e o mindset que utilizo com o intuito de me proteger dos riscos envolvidos na caminhada rumo à Independência Financeira e assim ficar despreocupado para aproveitar as belas vistas e recompensas deste lindo, porém desconhecido por muitos, mundo dos investimentos.

Deixando o papo pra lá e indo direto ao assunto, hoje quero compartilhar um conselho que tive quando comecei a investir no mercado de ações, mas que se mostrou frágil ao longo do tempo. O conselho que eu recebi quando estava iniciando nos investimentos em ações foi:

Marcos, invista em ações olhando só o lucro líquido da empresa. Simples assim! Você não vai gastar nem 5 minutos por mês pra analisar.

E foi isso que eu fiz. Comecei a investir olhando o lucro líquido das ações procurando aplicar, meus minúsculos aportes, em ações que tinham o lucro líquido crescente.

Mas, pra minha grata surpresa, as empresas que escolhi com esse simples conselho, começaram a patinar e apresentar resultados aquém do que estava apresentando quando tomei a decisão de investir nelas. Esse fato acendeu, em mim, um profundo alerta e uma certa incomodação, fazendo-me a refletir sobre o assunto. Durante dois anos, fiquei com esse questionamento “assombrando” meus pensamentos e minhas decisões de investimentos.

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Juros Compostos: O “Marvado” Favorito?


Para Albert Einstein, o Juro Composto foi a maior obra criativa do intelecto humano, sendo considerada por este (Einstein), como a oitava maravilha do mundo. Esta foi a definição de juros compostos que mais me marcou, uma vez que esta definição nunca tinha feito parte de minha vida, uma vez que eu conhecia apenas o outro lado dessa moeda, onde nada era lindo.

Confesso que não conseguia entender, o porquê daquela definição, uma definição completamente diferente da minha realidade. Para mim, o juro composto sempre foi o meu problema e também o problema de milhões de pessoas que se enforcavam em dívidas que cresciam em efeito “bola de neve”.

E foi por meio deste conflito interno, que interessei-me por estudar e tentar compreender o outro lado do conceito sobre os juros compostos, uma vez que a “face ruim” do “mardito” juro composto já havia deixado marcas tristes e profundas em minha pela e alma. Assim, iniciei a caça ao mundo colorido dos juros compostos.

Assim, com o intuito de começar a entender o mecanismo por trás do sistema dos juros compostos, comecei a realizar uma flexão pautada em três pilares centrais, os quais foram:

1) Pra que tipo de pessoas essa definição de Einstein se aplica?

2) Como essas pessoas pensam a respeito dos juros compostos?

3) Qual é a principal variável influenciadora nos Juros Compostos?

De posse desses questionamentos, iniciei a minha procura por respostas, respostas estas que quero compartilhar com você. Respostas que fizeram a diferença em minha vida e espero que possa fazer a diferença na vida de você também.

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Os Dividendos no processo de escolha de investimentos


Uma das indagações que sempre esteve presente em meus pensamentos quanto investidor é o papel dos proventos¹ no processo de escolha de ativos que irão compor a carteira de investimentos.

Tomando como base que todos os investidores destinam seus recursos excedentes para investimentos que lhe traga a melhor rentabilidade no que tange o conceito de risco/benefício, tenho observado, com frequência, noticiários de destaque sobre o percentual pago pelas empresas sob a forma de dividendos em relação cotação do ativo no mercado à vista. A esta relação dá-se o nome de Dividend Yield.

Alçando um olhar sob o indicador Dividend Yield, é possível mensurar a quantidade percentual que a empresa disponibiliza, anualmente, a seus acionistas, sob a forma de proventos em relação a sua cotação de mercado.

É aconselhável olhar para esse indicador como instrumento de tomada de decisão?

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Investir em Empresas Públicas ou Privadas?


Um dos grandes questionamentos que deparei-me ao longo de minha trajetória como investidor, se diz respeito ao perfil de capital majoritário da empresa analisada, ou seja, se seria vantajoso investir em empresas com capital social formado majoritariamente por participações governamentais (empresas públicas) ou por empresas com participações majoritárias de capital privado (empresas privadas).

Com base neste questionamento, iniciei um processo exaustivo de pesquisa, procurando sempre analisar os prós e contras de se investir em cada perfil de empresa, seja ela majoritariamente formada por capital governamental ou privado.

Li muitos artigos científicos e livros teóricos sobre o presente tema e pude constatar, em todas, uma preocupação comum que chamou a minha atenção. Em todos os materiais, constatei a preocupação com o nível de corrupção enraizado na cultura da empresa. Diante desta informação, comecei a refletir, de forma crítica, se a cultura de corrupção é particular e privativa de empresas estatais, uma vez que estamos vivenciando o auge de um escândalo denominado “Lava-Jato”.

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Uma breve reflexão sobre as diversas Fontes de Renda


  1. INTRODUÇÃO

Este presente artigo tem como propósito central levar o leitor a uma reflexão sobre as diferentes formas disponíveis de construção de renda para que o mesmo possa decidir sobre a melhor forma possível de geração de renda que melhor atende suas necessidades e seus interesses financeiros.

De acordo com os dados levantados pela pesquisa do Proctor Gallagher Institute, existem basicamente 3 tipos de formas para se obter renda, as quais podem ser representadas pela figura abaixo.

Figura 1 – Pirâmide das Fontes de Renda

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