A Bolsa de Valores e o pequeno Investidor: Episódio 1


Fala amigo(a) investidor(a),

Infelizmente, por causa de seu passado penoso/tenebroso, a Bolsa de Valores, adquiriu algumas características negativas, transformando em conceitos que, ainda bloqueiam, o acesso dos investidores ao mercado de ações.

Uma dessas características é a ideologia de que a Bolsa de Valores só é acessível a grandes investidores, por necessitar de grandes montantes financeiros para assim ter acesso aos melhores investimentos. E aqui, abro um parêntese, realmente, em seu passado, o acesso a produtos da Bolsa de Valores era dificultado por exigir, alguns milhares de reais para acessá-los.

Mas ainda bem, que estamos inseridos em um mundo onde a evolução se faz presente a todo instante. Hoje é possível acessar diversos produtos, excelentes por sinal, com baixíssimos investimentos. Entretanto, o senso comum não conseguiu acompanhar as mudanças por qual o Mercado de Capital passou, ficando ainda alguns mitos enraizados na cabeça dos cidadãos.

Eu, Marcos Pinheiro, estou cansado de ver artigos por aí falando que hoje é possível fazer investimentos na bolsa de valores com pequenas somas de recursos. Tenho para mim, que falar é muito fácil, o difícil é fazer.

Pensando nisso, resolvi criar algumas séries de vídeos, no youtube, com o propósito de desmistificar esses conceitos enraizados no senso comum de uma forma diferente, saindo do plano das ideias e vivenciá-las, na prática. Assim, irei começar a quebrar esses mitos, pelo primeiro e o grande mito que tem distanciado os investidores da Bolsa de Valores, e esse mito é: A Bolsa de Valores só é para pessoas que tem muito dinheiro.

Assista o vídeo abaixo, na qual explico, alguns detalhes de como irei “reviver” o meu início na Bolsa de valores, voltando ao ano de 2008, quando iniciei meus primeiros aportes, comprando poucos ativos, e pagando quase uma “fortuna” em custos, se comparado ao montante que eu conseguia investir, coisa totalmente diferente da realidade que vivenciamos hoje. Hoje os custos para realizarmos nossas operações estão, cada dia, menores. Antes, eu tinha que pagar um valor mensal simplesmente para ter a manutenção de meus ativos custodiados pela corretora, hoje (ainda bem), as corretoras já não cobram mais. Os custos com corretagem, por não ter tantas opções, em 2008, cheguei a pagar R$ 20,00 (naquela época) para realizar simplesmente um operação (seja ela de compra ou venda). Taí uma coisa que ira completamente nociva para os meus investimentos, uma vez que boa parte do valor que tinha para investir ficava para a corretora a título de corretagem. Mas como tudo é questão de ponto de vista, para mim esse lado “custoso” foi, ao mesmo tempo, uma grande barreira para que eu pudesse começar a realizar operações de giro rápido, fazendo com que, desde o início, fizesse meus investimentos com foco no longo prazo.

Assista o vídeo!

Bora quebrar, na Prática, esse mito?

Diante do exposto, vamos colocar a mão na massa e fazer o nosso primeiro investimentos?

Mas, quero desde já, deixar claro uma coisa: Em nenhum momento estou indicando compra de ativo A ou ativo B. Todas as compras que estou realizando vem de encontro com os meus objetivos, sendo, portanto, decisões de investimentos que atenda os meus propósitos. Desta forma, as operações de compra realizadas NÃO SÃO indicativas de operações. Dito isso, vamos ver, na prática, o investimento que irei realizar.

Após realizada a primeira operação, a nossa carteira fica assim:

Carteira Marcos em (08/06/2018):

 

ATIVO: SAPR4    |    8 AÇÕES    |    PREÇO DE COMPRA: R$ 8,66    |    VALOR INVESTIDO: R$ 69,28

Neste momento, o nível de risco da carteira é de 3 e o grau de segurança é de 7, em uma escala de 0 a 10. Essa classificação é resultado de uma análise criteriosa sobre a qualidade das demonstrações contábeis no que diz respeito as gestões e alocações de recursos das empresas. Desta forma, é avaliado o nível de endividamento, rentabilidade e liquidez das informações.

A rentabilidade geral da carteira, levando em consideração apenas o recebimento de proventos (Dividendos e Juros Sobre Capital Próprio), a carteira tem uma rentabilidade de 7,22%. Diante destas informações, as próximas ações denderão a ser realizadas com o objetivo de minimizar os riscos, incluindo novos ativos na carteira.

Assim, demos o primeiro passo rumo a formação de minha carteira, na qual quero demonstrar, na prática, que é possível, SIM, realizar investimentos na Bolsa de Valores com pouco DINHEIRO. Faltam algumas coisa ainda para formarmos a nossa carteira, mas este foi o primeiro passo. Ao longo dos próximos meses iremos configurando a nossa carteira para que possamos minimizar nossos riscos de investimentos e também aumentar a nossa rentabilidade.



Investir na Bolsa de valores é arriscado?


Neste artigo quero compartilhar com você, caro leitor, a minha visão sobre a Bolsa de Valores, principalmente no que diz repeito a concepção sobre o risco de se investir em Renda Variável.

Durante muito tempo fui indagado a respeito da minha escolha em fazer meus investimentos na Bolsa de Valores e não ter medo dos seus riscos. Confesso, que muitas vezes não soube responder, com exatidão, a esta indagação. Porém, esta minha falta de resposta, incomodava-me. Foi aí que comecei a procurar a minha resposta.

Depois de muita reflexão, encontrei algumas respostas, as quais quero compartilhar com você. Porém, farei a utilização de um exemplo rotineiro na vida de milhões de brasileiros, com o propósito de NÃO precisar utilizar termos específicos de finanças e investimentos. Com isso, quero facilitar o entendimento do conceito apresentado, fazendo-o da forma mais simples possível.

Assim, com o propósito de refletirmos sobre o presente assunto, irei utilizar, como exemplo, o dia a dia de um motoqueiro pelas estradas desse nosso “Brasilzão” (prometo que fingirei que as estradas são maravilhosas). Sabemos que ao assumir o controle de uma motocicleta, estamos assumindo também os riscos atrelados a esse veículo de locomoção. Porém esse risco pode ser potencializado ou minimizado, dependendo do piloto.

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OS APOSENTADOS DO SÉCULO XXI


Neste pequeno texto, quero levar, você leitor, a refletir sobre um tema, que particularmente vem causando-me preocupações sobre o meu futuro e tenho certeza que já incomodou você. Estou referindo-me à aposentadoria. Aposentar-se, no Brasil, atualmente, tem sido sinônimo de utopia, algo quase inalcançável, o que fez com que muitas pessoas perdessem suas esperanças de futuro.

Trabalhar duramente por 35 anos, fazendo as contribuições para o Sistema Previdenciário e ainda assim, ter grande chance de que as regras mudem ao longo do caminho, causa uma tremenda insegurança social.

Infelizmente, temos escutado, com frequência, que o sistema previdenciário brasileiro, nos moldes atuais, tem tido suas dificuldades em se sustentar. Estas dificuldades causam desconfortos e inseguranças para aqueles que ainda não se aposentaram, uma vez que as regras do jogo devem mudar.

Diante de cenários de incerteza, o homem aflora, ainda mais, o seu sentido reflexivo e questionador. E um dos questionamentos que faço religiosamente, a mim, é?

Vale a pena entregar o meu FUTURO nas mãos de outras pessoas para que elas possam decidir por mim?

Antes de entrarmos no debate deste questionamento, quero apresentar alguns conceitos fundamentais que serão a base de minha sustentação argumentativa, argumentações estas que modelaram o meu pensamento e fizeram com que eu buscasse outras alternativas complementares de previdência.

O Estudo do Ciclo de Energia e Necessidades

Veja essa figura, atentamente, e vamos refletir um pouco sobre ela.

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Dinheiro: “O Retorno”


Olá, Marcos Pinheiro aqui.

Hoje quero, com este pequeno artigo, refletir, um pouco, sobre nossos hábitos em relação ao dinheiro, mais especificamente sobre as nossas escolhas de consumo.

Então vamos nessa?

O dinheiro, conhecido hoje, é uma ferramenta facilitadora de trocas. Apesar de seu aspecto “poderoso”, o dinheiro só serve para isso, realizar trocas e mais nada. Assim, o dinheiro deve ser visto como meio propulsor de realizações, e não como a finalidade de todos os esforços.

Gosto muito da seguinte frase:

“Ninguém é rico simplesmente porque tem uma “montanha” de dinheiro, mas sim, quando sabe usá-lo (dinheiro) com sabedoria”

Em momento nenhum, nesta frase, o conceito de verdadeira riqueza foi pressuposto de montante financeiro, e sim, em saber usar, o dinheiro, de forma sábia. Desta forma, não é a quantidade de dinheiro que define se uma pessoa é rica ou não, mas sim a forma com a qual elas lidam com o dinheiro.

Vamos refletir juntos sobre isso?

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Primeiro passo para proteger os seus investimentos em Renda Variável


Olá, Marcos Pinheiro por aqui.

Neste pequeno texto quero refletir, com você, sobre uma grande dúvida que tive quando estava iniciando meus investimentos na Bolsa de Valores e que tenho certeza de que ainda é a dúvida de muitas pessoas que pensam em investir, ou pior, sendo dúvidas de pessoas que já investem na bolsa.

A minhas indagação era a seguinte:

Eu devo colocar que tipo de dinheiro na Bolsa de Valores?

Sabe-se que o mercado de renda variável possuí oscilações tanto positivos quanto negativos. Diante deste senso comum, é notório que não é recomendado destinar recursos que serão utilizados para suprir consumo de curto prazo.

Como forma de exemplificação, não é recomendado, pelas características da renda variável, que o investidor destine parte de seus recebimentos, que serão utilizados para o pagamento do aluguel do mês para operar, no curtíssimo prazo, na Bolsa de Valores. Parece até sacanagem eu falar algo deste tipo neste texto, entretanto, essa prática é super rotineira. Na esperança de conseguir o dinheiro para pagar o aluguel sem a necessidade de tirar o dinheiro do montante recebido por seu trabalho, investidores apostam em tendência no mercado de ações e derivativos.

Quando o investidor tem sorte, ate consegue tirar algum dinheiro, e atender seus propósitos (conseguir pagar o aluguel sem a necessidade de tirar o dinheiro do salário). Entretanto, infelizmente, o que mais é observado no mercado é o contrário. Investidores apostam, no curto prazo, um dinheiro que necessitará no curto prazo na esperança de ganhos, mas o que se observa são os prejuízos e as dores de cabeça de se investir um dinheiro que era pra ser utilizado para o pagamento do aluguel.

Infelizmente, essa pratica é rotineira e tem deixado muitos “investidores” em saias justas. Entretanto, se levarmos em consideração um estudo sistêmico dos resultados obtidos pelas bolsa nos últimos 30 anos (período temporal analisado por mim), é possível constatar que aqueles que investiram e mantiveram o capital aplicado obtiveram resultados de deixar qualquer um feliz.

Diante deste contraste, sempre procurei manter meus investimentos em renda variável intactos.

Taí, mas manter o dinheiro parado é fácil?

E a resposta para essa pergunta, como um bom contador é DEPENDE! Quando se tem um planejamento financeiro com a qual é possível cobrir todos os gastos do mês, e ainda “sobrar” uma graninha, pode ser que a resposta para essa indagação seja SIM, caso contrário a resposta será um baita NÃO.

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