Transferência de Custódia


Fala investidor,

Neste artigo quero dividir com você os procedimentos necessários para realizar a transferência de custódia das suas ações de uma corretora para outra. Afinal de contas, não podemos deixar os nossos investimentos “presos” em uma corretora. Necessitamos ter condições de adaptar nossos investimentos afim de aproveitar as oportunidades que estão aparecendo com o desenvolvimento do mercado financeiro e assim minimizar e até eliminar custos de transações.

Com isto, preparamos um pequeno tutorial para que você possa realizar, com segurança, a transferência de custódia das suas ações, e assim aproveitar a onda da corretagem zero, uma grande benefício para o investidor.


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Para você realizar a transferência de suas ações, é necessário preencher o documento STVM o qual está disponível para Download (clique aqui).

Para te auxiliar, preparamos um modelo de como deve ser o preenchimento do seu STVM. Conforme a imagem abaixo.

 

Você tem acesso ao PDF clicando aqui.

Informações Importantes:

Na parte inicial do documento STVM (Identificação do Cedente) você deve informar os dados da corretora que estão os ativos que você deseja realizar a retirada em favor de outra corretora.

Assim, além dos seus dados pessoais, você necessita informar o nome e o código da instituição. Para você saber as informações da sua corretora, basta acessar o site da B3.

Nesta página da B3 você encontrará o nome da corretora, o código dela, o endereço e o telefone. Essas informações são atualizadas todos os dias. Entretanto, é aconselhável que você entre em contato com o SAC da corretora da qual você está retirando os seus ativos para confirmar o endereço de envio (É bom confirmar!).

É necessário também que o cliente informe o código do cliente, ou seja, o número da conta dele na corretora. Para saber isto bastar entrar em sua conta na corretora.

Na parte do Cessionário, você deve realizar a mesma pesquisa no site da B3, a fim de encontrar os dados da corretora com a qual você deseja enviar as suas ações. Neste caso, você precisa informar o nome da corretora juntamente com o seu código, e precisa também informar o número da sua conta dentro da corretora. E novamente, para saber o número da sua conta na corretora com a qual você deseja enviar as suas ações basta acessar a sua conta dentro da corretora (ATENÇÃO : É necessário que você já tenha a conta aberta na corretora que deseja enviar os documentos de transferência de custódia).

Depois de preencher o formulário com todas as informações (conforme o modelo apresentado), você necessita assinar o motivo da transferência (Mesma Titularidade) e ir até um cartório para reconhecimento de firma por semelhança.

Depois de realizado este procedimento, é necessário enviar o documento para o endereço da corretora da qual você deseja RETIRAR suas ações. Aconselha-se enviar via SEDEX com carta registrada (uma proteção, uma vez que são informações de patrimônio).

Este procedimento ocorre em até dois dias após a corretora receber a documentação.


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O Risco Brasil e a Bolsa de Valores


Olá, seja bem vindo ao blog da Austrux!

Neste artigo quero refletir com você sobre o risco brasil e qual a sua consequência na Bolsa de Valores brasileira.

O que é o risco Brasil?

O risco País é um conceito econômico-financeiro que mede o grau de “perigo” com que os investidores estrangeiros (pessoas físicas ou empresas de origem estrangeira) avaliam seus investimentos em um determinado país. Trocando em miúdos, o conceito do risco Brasil reflete a visão dos investidores internacionais com relação a solidez do ambiente de negócio do país que pretendem realizar seus investimentos.

Em outras palavras, os investidores procuram avaliar os possíveis riscos adicionais que podem comprometer a estabilidade dos seus investimentos, bem como mensurar a capacidade da contra parte atender, em sua totalidade, as cláusulas contratuais. Assim avaliam o nível de segurança jurídica do país, o nível de responsabilidade fiscal por parte dos governantes avaliando o risco político e outros fatores importantes para avaliar os riscos do investimentos, como por exemplo o risco de mercado.

Quanto mais baixo for o valor número que representa a perspectiva de risco do país, mais atraente fica os investimentos, no que tange os aspectos de segurança. Em momentos de recessão global, países que apresentam classificações baixas são preferíveis, justamente como mecanismo de proteção do investidor. Outro ponto importante que precisa ser ressaltado é: quanto mais elevada for o risco país, maiores serão as taxas exigidas pelos investidores estrangeiros.

Depois de apresentado os princípios básicos do risco país (Brasil), necessitamos entender como a Bolsa de Valores Brasileira é formada atualmente.


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Formadores da Bolsa Brasileira.

Abaixo, apresentarei o quadro divulgado no dia 21/09/2018 pela B³ (empresa responsável pela infraestrutura das operações do mercado financeiro brasileiro e que representa a Bolsa de Valores do Brasil) que representa os agentes que transacionaram títulos do dia 3 a 19 de setembro de 2018.

Fonte: B³ (Brasil, Bolsa, Balcão)

Partindo do pressuposto que todo mercado é formado pelos agentes que o compõem, podemos afirmar que a Bolsa de Valores Brasileira é formada por pessoas físicas que operam de forma individual ou por meio de clubes de investidores (clube de investimentos), investidores institucionais, estrangeiros, empresas privadas e públicas e as instituições financeiras.

Como podemos observar, os investidores estrangeiros são responsáveis por quase ¼ dos recursos transacionados, e portanto exercem grande interferência na Bolsa Brasileira. Países que estão em processo de desenvolvimento necessitam recorrer ao financiamento externo para suprir as carências econômicas, devido a um baixo nível de poupança interna, o que pode ser comprovado pela tabela apresentada abaixo.

Fonte: B³ (Brasil, Bolsa, Balcão)

Como podemos observar na tabela acima, apesar do constante aumento no número de registro de CPF na Bolsa de Valores, os investidores, em bolsa, não representam nem 0,2% da população brasileira (somos mais de 200 milhões de pessoas, sendo que apenas 730.582 cadastros na B³). Este baixo nível de participantes pessoas físicas na bolsa, abre uma lacuna que necessita ser preenchido com o capital estrangeiro.

As empresas necessitam de recursos para ampliar, modernizar suas estruturas operacionais e mercadológicas e por isto buscam parceiros para o negócio que estão disposto a investir, e fazer parte do empreendimento como sócios. É por isto que sempre encontramos governantes comentando a necessidade de trazer investimentos estrangeiros como medida para o aprimoramento da indústria nacional, geração de emprego e etc. E por isto argumentam a necessidade de criar ambientes propícios que incentive a vinda do capital externo.

Consequências do Risco Brasil na Bolsa de Valores

A percepção de aumento do risco País sem uma compensação financeira, faz com que os investidores procurem outras modalidades de investimentos, priorizando assim a segurança de seus recursos. Desta forma, ao reconhecerem que investir em uma determinada economia passa a ser mais arriscado, retiram seus recursos acarretando em uma redução na quantidade de recursos estrangeiros aplicados (mudança do câmbio), e consequentemente tendo grande interferência negativa em nossa Bolsa de Valores.

Esta mudança no câmbio possuí grande impacto no nível de inflação do país, uma vez que empresas necessitam suprir suas carências (insuficiência produtiva) com insumos, produtos e serviços importados o que eleva os seus custos, os quais são repassados ao consumidor final, contribuindo para pressões inflacionárias.

Na minha humilde opinião, enquanto formos uma sociedade com baixos níveis de poupança, iremos continuar a depender do capital externo para suprir nossas carências industriais. Desta forma, agentes internos que realizam investimentos em Bolsa de Valores necessitam estar em constante vigilância com relação a percepção dos investidores estrangeiros do nível de risco Brasil para que assim possam realizar ações que visem proteger seus investimentos de uma possível onda de retirada dos recursos estrangeiro o que consequentemente acarretará em uma contração da bolsa (nossa realidade pré impeachment da Presidente Dilma e pré eleições de 2018).

Para acompanhar a evolução da percepção dos investidores estrangeiros e assim realizar investimentos mais consistentes, acesse https://www.austrux.com.br e saiba como ter acesso a essas e outras informações essenciais que compõe o kit básico do Investidor.

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Alugar ou Financiar um Imóvel?


Fala investidor, neste pequeno artigo quero compartilhar com você a forma que penso sobre a decisão de alugar ou financiar um imóvel. Esta dúvida “paira” sobre a cabeça de todas as pessoas que estão procurando uma casa para morar (não como investimento). Afinal de contas, é melhor financiar a casa própria ou morar de aluguel?

Neste artigo, não vou ficar fazendo aquelas contas hipotéticas de que se você conseguir poupar X reais ao mês, ao optar pelo aluguel, investindo a diferença entre a prestação do financiamento e o valor do aluguel a uma taxa Y…

…blá blá blá,

e desta forma tentar provar que é muito mais vantajoso, do ponto de vista financeiro, alugar um imóvel do que entrar em um financiamento de longo prazo, em uma tentativa de explicar o complexo e que pode levar o leitor a continuar com dúvidas se realmente ele vai conseguir poupar os X reais, se realmente ele vai ter, ao longo de todo o período de investimento, um retorno de Y%, se o proprietário do imóvel irá ou não fazer reajustes maiores no preço do aluguel e assim fazer os planos se dissipir em uma decisão equivocada. São muitas variáveis que podem influenciar de forma positiva ou negativa em nossa decisão e assim embaralhar todas as nossas idéias e comprometer a nossa melhor decisão.

Tudo isso que foi relatado nos levam a uma instabilidade que incomoda e que muitas vezes nos fazem optar pelo financiamento, uma vez que é muito mais “seguro”, do ponto de vista emocional, optar por um financiamento.  Ao optar pelo financiamento, transformamos inconscientemente esta insegurança emocional em algo mais “estável”, uma vez que conhecemos o tempo de duração do financiamento, ao final do pagamento das prestações o imóvel será de minha propriedade, as mensalidades irão diminuindo com o tempo e por ai vai. Todos esses elementos nos trazem um conforto, e nos fazem sentirmos estabilizados ao tomarmos a decisão de financiar a nossa casa própria.

Mas será que realmente esta decisão nos trazem conforto real, ou apenas uma falsa ilusão de estabilidade?

É isso que eu quero refletir junto com você!

O meu objetivo aqui é te mostrar, sob um olhar totalmente diferente do comum, tentando aproximando os nossos pensamentos com a nossa realidade financeira, uma vez que eu quero que todos os seus sonhos sejam construídos de forma sólida e que as suas decisões contribua para a sua prosperidade financeira e lhe proporcione qualidade de vida. Eu quero que você prospere, sempre. O que eu irei te apresentar é uma visão realista sobre como gerenciar os riscos da sua decisão.

Então vamos lá, vamos refletir um pouco sobre esse questionamento que todos fazem quando se trata de escolher a sua moradia. Todas as nossas decisões devem contemplar ações que nos permitam tem qualidade de vida e que nos exponham ao menor nível de risco possível. E é justamente o que que pretendo fazer ao longo deste pequeno artigo, dar a você um olhar diferente sobre esta questão.

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O conto da formiga e a cigarra


Olá investidor(a),

Neste artigo quero refletir com você a respeito de um conto que tanto tem para nos ensinar. Um conto infantil, que com toda certeza você já o escutou. Estou falando do conto da formiga e da cigarra. O que podemos tirar de conhecimento para a nossa vida, através desse conto?

Eu não sei você, mas desde criança entendi que nosso corpo está em constante mudança (envelhecendo). Apenas pela observação dos fatos, percebi que a medida que envelhecemos nossa energia (disposição para fazer atividades) vai diminuindo. E não precisa de muito para identificar isto, basta apenas tentar acompanhar uma criança em suas brincadeiras ou então observar os nossos avós andando, a passos lentos, mesmo que ainda sejam passos firmes. Estamos envelhecendo e a medida que isso ocorre, nossa energia diminui.

Meus avós, com toda as suas experiências, um dia contou-me a história da formiga e a cigarra. Eu tinha mais ou menos uns 5 anos de idade. Foi tão marcante que lembro até hoje todos os detalhes daquele dia mágico. Em todas as historinhas que eles me contavam, eles me ensinavam a moral da história. E neste conto específico eles falaram-me de sua experiência com dinheiro.

Olho para as histórias dos meus avós com um olhar de aprendizado. Adoro escutar suas histórias, entender o contexto de suas decisões, e principalmente as consequências que suas decisões influenciaram para que eles chegassem até onde estão.

“Os inteligentes aprendem com os próprios erros, os sábios aprendem com os erros dos outros”

(Autor Desconhecido)

Então vamos lá! Vamos refletir sobre a moral da historia da cigarra e a formiga.

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Tributando os Dividendos?


Olá,

Estamos em um período eleitoral na qual iremos escolher o governante que sentará na cadeira presidencial e governará nosso país pelos próximo 4 anos (isso se não ocorrer um impeachment). A grande maioria dos candidatos que estão evidênciados pela mídia tem adotado a postura de defender, como uma das alternativas para o aumento da arrecadação do Estado, a tributação dos dividendos. E aqui estou eu, botando o bedelho no tema. Acredito que o debate sadio e respeitoso contribui no processo de construção e maturação de uma sociedade melhor.

Lembro-me vagamente que já ouvi a discussão deste tema em um passado não muito distante. Entra governo e saí governo, esse tema é sempre discutido e apresentado como solução social. Minha indagação é em um sentido. Porque todas as vezes que se fala em aumento dos impostos, escuta-se sempre a mesma “ladaínha” de sempre, sendo esquecida logo depois das eleições. Será que os governantes são incentivados pelos donos do capital a mudarem de opinião assim que chegam ao poder?

 

 

Vamos refletir um pouco sobre esse tema?

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