O conto da formiga e a cigarra


Olá investidor(a),

Neste artigo quero refletir com você a respeito de um conto que tanto tem para nos ensinar. Um conto infantil, que com toda certeza você já o escutou. Estou falando do conto da formiga e da cigarra. O que podemos tirar de conhecimento para a nossa vida, através desse conto?

Eu não sei você, mas desde criança entendi que nosso corpo está em constante mudança (envelhecendo). Apenas pela observação dos fatos, percebi que a medida que envelhecemos nossa energia (disposição para fazer atividades) vai diminuindo. E não precisa de muito para identificar isto, basta apenas tentar acompanhar uma criança em suas brincadeiras ou então observar os nossos avós andando, a passos lentos, mesmo que ainda sejam passos firmes. Estamos envelhecendo e a medida que isso ocorre, nossa energia diminui.

Meus avós, com toda as suas experiências, um dia contou-me a história da formiga e a cigarra. Eu tinha mais ou menos uns 5 anos de idade. Foi tão marcante que lembro até hoje todos os detalhes daquele dia mágico. Em todas as historinhas que eles me contavam, eles me ensinavam a moral da história. E neste conto específico eles falaram-me de sua experiência com dinheiro.

Olho para as histórias dos meus avós com um olhar de aprendizado. Adoro escutar suas histórias, entender o contexto de suas decisões, e principalmente as consequências que suas decisões influenciaram para que eles chegassem até onde estão.

“Os inteligentes aprendem com os próprios erros, os sábios aprendem com os erros dos outros”

(Autor Desconhecido)

Então vamos lá! Vamos refletir sobre a moral da historia da cigarra e a formiga.


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Meus avós começaram a historia descrevendo a formiga e a cigarra. De acordo com a sabedoria popular dos meus avós, a formiga e a cigarra possuem em comum uma característica, ambas são pragas da lavoura (muito provavelmente essa definição deles sejam por causa de suas lavouras terem sido atacadas por essas pragas). Entretanto, segundo eles (meus avós) as duas se diferenciam no que tange a uma coisa. Enquanto uma dessas pragas (formiga) aproveita a abundância de alimentos e a disposição para o “trabalho” em períodos quentes para acumular reservas que servirão para suprir suas necessidades em períodos frios e em períodos de escassez de alimentos a cigarra “canta” por ter encontrado o alimento daquele dia sem se preocupar com o dia seguinte.

Bom, essa é a sabedoria dos meus avós! Quem sou eu para questionar!?


Nesta parte da história, meus queridos avós fizeram uma analogia aos seus hábitos financeiros, hábitos estes que eles negligenciaram enquanto estavam no “verão” de suas vidas, onde o nível de disponibilidade para o trabalho estava alto e que tinham energia para realizar seus trabalhos e assim acumular uma reserva suficiente para suprir suas necessidades no inverno de suas vidas (aposentadoria).

Na época que eles estavam no auge da capacidade produtiva, seus hábitos financeiros os identificavam como se fossem uma cigarra, “cantarolando” pelo dinheiro conquistado, e comprando todos os seus sonhos e suprindo todas as suas necessidades sem pensar no dia de amanhã. Infelizmente, hoje os meus avós dependem exclusivamente da previdência social e ganham 1 salário mínimo. E o pior que esta é a realidade da grande maioria das pessoas que passaram dos 65 anos.

E aqui esta o maior aprendizado que meus avós me deram, é preciso sim pensarmos em realizar os nossos sonhos hoje, afinal de contas, estamos neste mundo de passagem e precisamos aproveitar que somos os passageiros dessa “louca” viagem que é a vida. Mas também devemos pensar nos invernos que iremos enfrentar enquanto passageiros, para que possamos enfrentar os invernos que irão acontecer em nossa vida. Precisamos estar preparados para encará-los da forma menos traumática possível. Em outras palavras, o que aprendi com meus avós é que na vida precisamos saber equilibrar nossa vida financeira. Precisamos sim lutar por nossos objetivos e conquistá-los, mas não podemos e nem devemos negligenciar nosso futuro. Afinal, estamos constantemente envelhecendo e precisamos nos preparar para as dificuldades que ainda iremos enfrentar.

E os meus avós terminaram o conto da seguinte forma:

É a natureza nos ensinando o valor de pouparmos para termos a tranquilidade de suprir nossas necessidades quando estivermos em desvantagem contra o ambiente.

Assim, investir é construir pontes para superar as dificuldades! Invista em você e em seu futuro!


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